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Saúde e Lazer
Por Administrador   
Domingo, 03 de Fevereiro de 2013, 14:09.

 

Infertilidade, um drama presente no cotidiano de 15% dos casais brasileiros


A realidade de inúmeros casais quando se preparam para uma gravidez nem sempre ocorre como o planejado, pois o fator “imprevisto” aparece muito mais do que os possíveis pais imaginam, por meio da infertilidade permanente ou temporária. Para muitas mulheres gerar uma criança é a realização da natureza feminina e contribui para a união do casal. Quando a realização desse sonho parece distante, lidar com a frustração e com a realidade de uma possível infertilidade tende a ser um processo complicado.

A maioria dos casais atingidos pela infertilidade sente vergonha e esconde a situação das pessoas mais próximas, como familiares e amigos. Entre lágrimas, a contadora Fabíola Pereira, casada há quatro anos, relata que quando descobriu que era infértil, chegou a cogitar pedir o divórcio para dar a chance de seu marido ter a alegria de ser pai com outra companheira, “É muito doloroso para uma mulher saber que não pode ser mãe, e não poder dar a alegria da paternidade ao seu companheiro”.

No Brasil, estima-se que mais de 278 mil casais tenham dificuldade para gerar um filho em algum momento de sua idade fértil. Há algumas instituições públicas e filantrópicas vinculadas ao SUS com serviço de reprodução humana assistida no Brasil, são elas: Hospital Regional da Asa Sul – DF, Hospital Pérola Byington – SP, Instituto Materno Infantil de Pernambuco – PE, Hospital Universitário de Ribeirão Preto – SP e o Hospital Universitário da Universidade Federal de São Paulo – SP. O Dr. Newton Busso esclarece “Quem tem acesso à clínica privada não encontra maiores dificuldades em começar o tratamento. Embora existam os centros que atendam gratuitamente, a fila de espera é longa”. O representante do Pérola Byington explica, “Uma fila de espera de até 5 anos não é aceitável na medicina reprodutiva, pois a idade faz a diferença na assertividade dos tratamentos. Para que fosse possível atender a real demanda, o ideal é que o modelo existente no Pérola fosse reproduzido em cada estado”.

Segundo a Organização Mundial da Saúde no Brasil, um em cada 10 casais apresentam problemas de fertilidade, no mundo essa estatística chega a 60 milhões de casais. A mulher que utiliza anticoncepcionais orais pode engravidar assim que o uso das pílulas for interrompido, já os anticoncepcionais injetáveis de aplicação mensal pode ter um efeito cumulativo no organismo. Em linhas gerais, se a gravidez não ocorrer naturalmente, sem o uso de métodos contraceptivos em um ano, o casal deve procurar ajuda profissional. O especialista Dr. Mauro Bibancos explica “É importante ressaltar que caso haja suspeita de problemas de fertilidade, o casal deve saber que infertilidade não significa incapacidade permanente de concepção. Com o auxílio profissional para investigar as causas que dificultam a gravidez, é possível partir para o tratamento adequado”.

Fatores como a idade da mulher e a qualidade e quantidade de esperma produzido pelo homem, são pontos analisados quando o casal opta pelas terapias de reprodução assistida. “A intenção é promover um tratamento que se encaixe perfeitamente nas necessidades do casal e que tenha grandes chances de resultar em uma gestação.”, indica o especialista. Para isso é necessário que os casais com problemas de fertilidade busquem centros de reprodução assistida que sejam respeitados no meio médico e que apresentem certificações perante as sociedades médicas.

 
  

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