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Por Adminitrador   
Segunda-Feira, 29 de Setembro de 2014, 09:00.

 

Associados da Cotrijui aprovam liquidação voluntária da cooperativa


Em assembleia geral realizada na manhã de sábado (27), em Chiapetta, no noroeste do Estado, foi definida a liquidação voluntária da Cotrijui, com o objetivo de resguardar o patrimônio da entidade, avaliado em R$ 2 bilhões. Na prática, o resultado da votação equivale a uma moratória para a renegociação da dívida da cooperativa, calculada em mais de R$ 1,2 bilhão.

O encontro terminou no início da tarde e reuniu cerca de mil associados. Houve debates acalorados e até um princípio de confusão, que precisou ser contido a ajuda da Brigada Militar.

Os associados votaram pela liquidação com o entendimento de que isso não significa o encerramento das atividades, mas uma moratória. Houve toda uma explanação sobre a dívida e sobre o plano de recuperação judicial e extrajudicial, disse o advogado da Cotrijuí, Claudio Lamachia.

Com mais de 19 mil associados, a Cotrijui está presente em 42 municípios gaúchos com mais de 2,7 mil colaboradores. A cooperativa tem capacidade de armazenagem de um milhão de toneladas.

A partir de agora, a Cotrijui tem até quarta-feira (1) para tentar impedir a venda pública. "Vamos impedir, sim, este leilão. Para mantermos a Cotrijui intacta, manter os armazéns da Cotrijui, porque estes armazéns da cooperativa são como o galpão de propriedade do associado”, afirmou o presidente da cooperativa, Vanderlei Fragoso.

O resultado da assembleia desagradou alguns cooperados, que prometem ingressar na Justiça para anular a decisão. "Ninguém da oposição pode se manifestar. Nem um conjunto de associados deixaram chegar no microfone. Então não precisa assembleia.Que democracia do cooperativismo é esta?", questionou Rui Polidora Pinto, líder do grupo de oposição.

Na mesma assembleia, os associados confirmaram o nome de Vanderlei Ribeiro Fragoso na condição de liquidante da cooperativa. Agora, a cooperativa terá o prazo de um ano, podendo prorrogar por mais um ano, para negociar as dívidas com os credores.

 
Fonte: G1
 

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