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Por Administrador   
Sexta-Feira, 11 de Janeiro de 2013, 14:09.

 

Empresa de etanol pode ser instalada em Dom Pedrito


Na manhã de ontem, 10 de janeiro, no Palácio Piratini, foi assinado um protocolo de intenções com a finalidade de implantar usinas de etanol no estado do Rio Grande do Sul.

O vice-governador Beto Grill, o secretário estadual de Desenvolvimento e Promoção do Investimento, Mauro Knijnik, e o sócio-proprietário da Vinema Multióleos Vegetais, Vilson Neumann Machado, realizaram a assinatura do documento.

A negociação foi feita diretamente da empresa com os municípios. E apesar das cidades iniciais já terem sido escolhidas, a assessoria de imprensa da Secretaria de Desenvolvimento e Promoção do Investimento (SDPI) informou em nota, que a empresa Vinema Multióleos Vegetais deixou claro que podem absorver produção de todos os municípios da Metade Sul.

O critério para a escolha das cidades foi a proximidade com zonas produtoras e logística. Cristal, por exemplo, foi escolhida por estar a meio caminho entre Rio Grande e Porto Alegre. O protocolo tem o objetivo de criar condições para a instalação das usinas. Estas condições são os incentivos fiscais, os financiamentos e a tramitação de processos adequados à execução do projeto, quando isso for necessário ou demandando pela empresa.

As cidades escolhidas inicialmente são: Dom Pedrito, Cristal, Cachoeira do Sul, Capão do Leão, Itaqui e Santo Antônio da Patrulha.

O Rio Grande do Sul traz, de outros Estados, 98% do etanol que consome. De acordo com o sócio da empresa, Vilson Machado, a construção da primeira unidade, em Cristal, começaria em abril, com previsão para entrar em operação no primeiro semestre de 2014. As outras devem estar prontas dentro de oito anos. "O Rio Grande do Sul precisa apoiar empresas novas. Viemos para trazer desenvolvimento. Nosso processo produtivo vai permitir o aproveitamento da produção de cereal e de culturas marginais", explicou.

O projeto conta com o apoio e o acompanhamento técnico da Federarroz. "É um dia histórico. O projeto garante a sustentabilidade da produção de arroz", afirmou o presidente da entidade, Renato Rocha. A capacidade de produção anual total das unidades será de, aproximadamente, 600 mil m³ de etanol, 475 mil toneladas de CO2 e 21 mil toneladas de óleo fúsel a partir de cereais, além da geração de energia elétrica utilizando a casca de arroz. A tecnologia também permite processar outras culturas, como sorgo e cevada.

 

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