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Por Administrador   
Segunda-Feira, 13 de Maio de 2013, 14:09.

 

Barragens paralisadas vão receber mais R$ 140 milhões


As barragens  de Jaguari e Taquarembó vão receber mais recursos para terem as obras reiniciadas ainda este ano, com conclusão esperada para o fim de 2014. Calculado em cerca de R$ 140 milhões, o novo convênio foi formalizado na terça, 7, em Brasília, pela Secretaria de Obras Públicas, Irrigação e Desenvolvimento Urbano (SOP) do Estado e o Ministério da Integração Nacional. A barragem Taquarembó teve as obras paralisadas em março de 2011 por falta de verba, após ter consumido R$ 71,9 milhões (concluída em 86%). Dez meses depois, foi a vez de parar a obra de Jaguari, em São Gabriel, onde foram gastos R$ 71,2 milhões. A causa foi a escassez de argila, matéria-prima para a construção dos diques de contenção de água. No caso da Taquarembó, o contrato com a empreiteira foi encerrado, e a expectativa da SOP é lançar, ainda em junho, novo edital para contratar a empresa que retomará o projeto. Uma novidade do novo convênio deve ser a contrapartida menor do Estado.

De 20% do total a ser investido, o percentual cairá para 10%. A falta de previsão de canais que levariam a água até as lavouras, outro problema do projeto, também será solucionado. Segundo o secretário estadual de obras, Luiz Carlos Busato, a empresa que trabalha neste complemento apresentaria, na sexta-feira, 10 (dia do encerramento desta edição), o estudo de engenharia prévio dos canais. Para acelerar o reinício das obras, devem ser licitadas pelo Regime Diferenciado de Contratações (RDC), modalidade que queima etapas em relação ao formato tradicional das concorrências públicas.

Fraude


As barragens são alvos de polêmica quanto à eficiência, e há suspeitas de tentativa de fraude em licitações e licenciamento ambiental questionado na Justiça.

Ambas recebem críticas quanto à capacidade de amenizar efeitos de secas na região beneficiada, onde predominam lavouras de arroz já irrigadas. Para completar, as obras iniciadas em 2008 são motivo de disputa judicial. Ministério Público e ONGs questionam as licenças prévias, que teriam sido liberadas pela Fepam sem estudo de impacto ambiental.

 
Fonte: Jornal Zero Hora
 

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