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Agronegócios e Meio Ambiente
Por Administrador   
Segunda-Feira, 22 de Junho de 2015, 17:00.

 

Produtor rural é beneficiado por pesquisa da Fepagro, que ajuda a controlar o carrapato bovino


Quando o produtor rural Valdo Vieira corria pelos campos do Instituto de Pesquisas Veterinárias Desidério Finamor (IPVDF) durante sua infância, não imaginava que um dia pudesse se beneficiar diretamente das pesquisas ali desenvolvidas. Filho de servidor, Vieira nasceu e morou no Instituto até os 18 anos. Hoje, é dono de terras em Guaíba e Lavras do Sul, onde cria gado da raça Braford. E, há 15 anos, aplica a pesquisa desenvolvida na Fepagro Saúde Animal – IPVDF – “Epidemiologia e controle do carrapato em bovinos”.

E no que consiste o projeto? Quem explica é o pesquisador responsável pelo Laboratório de Parasitologia da Fepagro Saúde Animal, João Ricardo Martins. Segundo ele, o comportamento do carrapato bovino Rhipicephalus (Boophilus) microplus foi estudado durante as diferentes épocas do ano, em suas fases parasitárias e não-parasitárias, identificando-se os períodos críticos que possam recomendar táticas que minimizem o parasitismo e auxiliem em seu controle.

A pesquisa foi desenvolvida no IPVDF, em parceria que envolveu um projeto de cooperação técnica com o governo britânico, apoio do CNPq e do governo do Estado. “A difusão dessas informações, associada ao conhecimento da sensibilidade das diversas populações aos carrapaticidas disponíveis, tem sido uma tarefa desafiadora e permanente, a qual tem sido discutida com produtores e técnicos que atuam no campo”, esclarece Martins.

O pesquisador da Fepagro conta que o produtor Vieira vem aplicando essa informação em seu manejo sanitário, usufruindo da aplicação prática de um resultado de pesquisa direcionada a uma demanda da cadeia produtiva da bovinocultura, uma das atividades econômicas mais importantes do agronegócio gaúcho.

De acordo com Vieira, antes de se beneficiar da orientação técnica da Fepagro, seu gado perdia em crescimento e peso, devido ao estresse do manejo sanitário mais seguido. “Antes, os animais iam mais vezes à mangueira para serem tratados, o que reduzia sua produção. A gente primeiro tinha que ver o carrapato, para depois combatê-lo. Agora, com o manejo estratégico, aplicamos o carrapaticida indicado antes da manifestação. E o manejo caiu pela metade”, comenta.

Vieira acredita que o trabalho desenvolvido pela Fepagro é fundamental para reduzir os custos do produtor. “E aumentando a produtividade, aumenta a economia do Rio Grande do Sul”, acredita.

 
Fonte e Fotos: Fepagro - Assessoria de Comunicação Social

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